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Como vai ser o morar em 2026

Onde: Curitiba • 08 de Janeiro - 2026 | Fotos Eduardo Macarios

Um retrato do que vemos nos projetos, nas conversas e na forma de viver a casa hoje. 

Nem sempre as mudanças no morar aparecem como tendências formais. Muitas vezes, elas se revelam em desejos recorrentes, em escolhas que se repetem e em uma certa fadiga com modelos que já não representam mais a vida real. A persona a seguir não é um personagem individual, mas a síntese de um comportamento em construção — uma forma de traduzir, em primeira pessoa, como queremos viver a casa nos próximos anos. 

 

“Em 2026, quero morar em uma casa que me acolha de verdade e reflita quem eu sou. Não busco ambientes neutros ou impessoais, criados apenas para parecer corretos ou bem resolvidos. Quero espaços com presença e não como tendência.  

 

Procuro uma casa que pareça habitada, construída ao longo do tempo. Materiais naturais, superfícies que não escondem sua origem e peças que carregam história fazem mais sentido do que composições perfeitas demais. O bem-estar, para mim, está menos na imagem instagramável e mais na experiência: conforto térmico, luz equilibrada e silêncio. 

 

Quero um espaço que funcione como refúgio, mas sem rigidez. Uma casa capaz de acomodar trabalho, descanso e convivência de forma integrada, sem perder identidade. Não falo de ambientes multifuncionais improvisados, mas de espaços que se adaptam às diferentes rotinas da vida com naturalidade. 

 

Acima de tudo, não quero morar em um showroom. Quero uma casa conectada à minha vida real, com marcas de uso, escolhas pessoais e soluções duráveis. Em 2026, morar bem, para mim, significa viver em um espaço autêntico.” 

 

Em 2026, quero morar em uma casa que me acolha de verdade e reflita quem eu sou. Não busco ambientes neutros ou impessoais, criados apenas para parecer corretos ou bem resolvidos. Quero espaços com presença e não como tendência.  

 

Procuro uma casa que pareça habitada, construída ao longo do tempo. Materiais naturais, superfícies que não escondem sua origem e peças que carregam história fazem mais sentido do que composições perfeitas demais. O bem-estar, para mim, está menos na imagem instagramável e mais na experiência: conforto térmico, luz equilibrada e silêncio. 

 

Quero um espaço que funcione como refúgio, mas sem rigidez. Uma casa capaz de acomodar trabalho, descanso e convivência de forma integrada, sem perder identidade. Não falo de ambientes multifuncionais improvisados, mas de espaços que se adaptam às diferentes rotinas da vida com naturalidade. 

 

Acima de tudo, não quero morar em um showroom. Quero uma casa conectada à minha vida real, com marcas de uso, escolhas pessoais e soluções duráveis. Em 2026, morar bem, para mim, significa viver em um espaço autêntico."

 

Acesse o link e acompanhe como é o apartamento da arquiteta Rebeca Parolin que resume o novo morar:
 

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